Jovem mulher negra com cabelos longos e trançados
Date
Sábado, 29 de Julho de 2017 -
10:30 até 12:00
Local
Brasília, DF

Este diálogo durante a 10ª edição do Festival Latinidades, realizado pelo British Council em parceria com a Redes da Maré, será uma atividade inaugural de construção coletiva de um festival de mulheres, a ser realizado no Rio de Janeiro em novembro de 2018, com o objetivo celebrar o encontro de mulheres de diversas origens culturais, raciais, sociais e econômicas.

Usando manifestações artísticas e debates como plataformas para promover mudanças sociais, o festival, que tem como foco a celebração de histórias de mulheres, terá uma construção coletiva como pilar da curadoria garantindo que as mais diversas vozes das mulheres estarão representadas e protagonizadas na programação. O encontro no Latinidades tem a intenção de criar um espaço seguro para o debate e a troca de experiências entre as participantes e, principalmente, uma escuta pelas representantes do projeto.

Algumas perguntas para nortear este diálogo são: quais são as questões enfrentadas atualmente pelas mulheres negras que devem ser destacadas e valorizadas? De que forma essas temáticas devem ser contempladas? Quais são as histórias que devem ser celebradas? O que não se deve fazer quando pensamos em um festival que se propõe a contemplar toda a diversidade das mulheres brasileiras?

Entrada gratuita. Participe!

Para mais informações sobre o Latinidades, acesse a página do evento no Facebook.

Participantes

Ionara Talita Silva

Coordenadora de Comunicação e Relações Institucionais do Festival Latinidades e representante da Rede de Mulheres Ibero-americana no Brasil, é produtora cultural e mobilizadora social. Em 2017, recebeu o I Prêmio Igualdade de Gênero na Cultura, realizado pela Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal. 

Eliana Sousa Silva 

Diretora da Redes da Maré, Eliana Silva é paraibana, mãe de dois filhos e foi moradora da Maré por 28 anos. É doutora em Serviço Social pela PUC-Rio, foi diretora da Divisão de Integração Universidade e Comunidade (DIUC) da UFRJ e coordenadora do curso de pós-graduação em Segurança Pública, Cultura e Cidadania. Foi presidente da Associação de Moradores da favela Nova Holanda e em 1996 fundou a Redes de Desenvolvimento da Maré. Autora dos livros “Testemunhos da Maré” (Mórula, 2015) e “A Ocupação da Maré pelo Exército Brasileiro”.

Flora Egécia (debatedora)

Brasiliense, formada pela Universidade Brasília. Em 2017 recebeu, junto ao Estúdio Cajuína, o Prêmio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal no eixo Culturas Afro-brasileiras. Em 2015 dirigiu o documentário Das Raízes às Pontas, premiado no 49˚ Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Como fotógrafa, se interessa por questões de raça e gênero e já participou de exposições em vários estados brasileiros.